A verdade sobre o vandalismo no Laçador surfista

A efígie do Laçador amanheceu segurando uma prancha de surfe. Os jornais online noticiaram a versão de um grupo de esportistas que assumiu o ato. Segundo eles, estavam divulgando uma nova modalidade regional. Mas não se engane.

Na verdade a manifestação de "vandalismo" pode ter sido praticada por um grupo de extremistas anti-MTG, que na iminência da Semana Farroupilha resolveu chamar atenção para o potencial aquático destas terras. Seus membros não aprovam a simbologia única do gaúcho à cavalo como identidade do estado. Reclamam pelos rios desta querência, que poderiam ser motivo de representação cultural, de novas relações práticas e de lazer cotidianas, e até de desenvolvimento econômico.

A prancha, para os radicais, também significa uma ironia com a juventude porto-alegrense. É como batizar uma banda gaúcha com nome de praia do hemisfério norte. Na capital, a magrinhagem veste tanto bombacha quanto bermuda florida. O que não significa que cavalguem ou surfem. Agora, pegar onda à cavalo não dá pra acreditar!

O Sul: Estátua do Laçador amanhece com prancha de surfe

G1: Laçador amanhece com prancha de surfe em Porto Alegre; veja a foto

Correio do Povo: Estátua do Laçador "ganha" prancha de surfe

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